
BIOGRAFIA
Rodrigo Barros é Baixista, sendo o Baixo Elétrico seu principal instrumento, mas também canta, toca teclado, bateria, percussão, guitarra, violão, viola caipira, bandolim, e piano. Atualmente (2026), atua tocando guitarra e cantando na banda RELÍQUIA POWER TRIO, e tocanco baixo e cantando na banda BACK TO THE BLUES.
É Professor, Licenciado em Música, e atua como funcionário público efetivo nas prefeituras de Americana desde 2012 e Hortolândia desde 2014, como Professor de Teoria e Percepção Musical, Baixo Elétrico, Guitarra e Harmonia e Improvisação, na Escola de Música Municipal Heitor Villa – Lobos em Americana – SP, e de Musicalização Infantil na rede municipal de Educação Básica da cidade de Hortolândia.
Histórico cronológico:
De 1988 até 1991, se aventurava no piano da avó, e no órgão elétrico da mãe, tentando tirar músicas de ouvido.
De 1991 e 1992 estudou teclado.
De 1993 a 1994, com 13 anos, ganha o primeiro baixo, e monta a primeira banda de rock, chamada TRIANOX, com os 2 irmãos mais velhos, Marcos e Rogério, e decidem tocar covers de Metallica, Iron maiden, Titãs, e começam a compor.
Em 1995, influenciados pelas bandas locais e casas de shows como Vienna, Winchester, Hitchcock, Pubb, Rio Branco, União Barbarense, My Way, foram se apaixonando pela idéia de ter uma banda mais “profissional” para chegar a tocar nos palcos. Um detalhe foi que o dono do Vienna (Edson Barros), era primo do pai de Rodrigo, e ele tinha entrada livre em qualquer evento ali, e por isso, pôde ver muitas bandas tocando sem precisar pagar nada. Com as escassez de baixistas, e a ausência dos irmãos em intercâmbio no exterior, Rodrigo integra mais 3 bandas no bairro, que não tinham baixista. As bandas “Maidens” (Iron Maiden Cover), “Power Trio” e “Rush Cover”.
Em 1996, tocou também com Ian Ossada Band.
Em 1997, junto com o Danado (Rodrigo dos Santos), iniciou e integrou como vocalista e tecladista a banda Abnegate - Mercyful Fate tribute 1997, sendo sua primeira experiência profissional remunerada num show que aconteceu no Pubb Rock Bar, do lendário Rubinho em Santa Bárbara D'oeste.
Em1998, foi morar em Bragança Paulista e lá teve contato com a cena local do rock, tocando em diversos projetos de rock em festas da faculdade. Passou pelas bandas: Entorserpentes (com o baterista Serginho, hoje no Leptospirose), e teve também rápida passagem pela banda Alfa Zero.
De 1999 a 2001 trocou a guitarra pelo baixo com o irmão, e fundou a banda de Heavy Metal Marimbondo de Itatiba-SP e compôs mais de 17 músicas, gravando o seu primeiro álbum autoral e mais um álbum.
De 2001 até 2004 esteve focado na carreira Hoteleira, sendo a música a válvula de escape para diversos momentos em Indaiatuba, Campinas, e Paraty, cadades onde morou e pôde conhecer as "cenas rocks" locais.
Em 2004, desacreditado da Hotelaria, fundou com Kiko Shred a banda Whiskey sem Gelo Power Trio de Americana - SP
Em 2005, integrou também as banda Os Beatos. e Iris Rock Brasil, ambas de Santa Bárbara D'oeste.
No mesmo ano lança seu primeiro trabalho como produtor, que foi o álbum "Locomotiva" da banda Iris Rock Brasil.
Em 2006, muda-se para Paraty-RJ e tem várias experiências marcantes com as bandas e músicos de lá, assim como também foi na casa de Marcelo Yuka no Rio de Janeiro, e fez um teste para entrar no projeto pós Rappa, chamado F.UR.T.O. No mesmo ano buscou ajuda contra a dependência de álcool, maconha e cocaína, e já recuperado, ingressa em uma igreja protestante, e participa ativamente da atividade musical daquela igreja.
De 2007 a 2010, ingressou no universo cristão (gospel) e, neste período participou de todos os ambientes musicais que a igreja se propunha a fazer. Cultos, acampamentos, reuniões de oração, gravações, ministérios de jovens, aulas de música, etc.
De 2010 a 2013, retorna com a banda Whiskey sem Gelo com novo baterista, o Bolacha e ficam de 2010 a 2013, fazendo muitos shows por toda região metropolitana de Campinas.
Em 2011, tocando guitarra e cantando, fundou com Maurício Scaramal (bateria), e Giovani Reis (baixo), a banda Relíquia que faz releituras de músicas consideradas relíquias (lado B). O projeto ainda ganha a versão acústica em Duo quando Rodrigo insere a viola caipira , o violão de 12 cordas e o bandolim no contexto dos arranjos de rock acústico.
No mesmo ano entra como baterista e vocalista da tradicional banda Verde Vale, da lenda americanense José Jeová Pereira e com o Glauco Campestre no baixo. Com o Verde Vale, Rodrigo atuou como baterista, vocalista, produtor musical, arranjador, e guitarrista. Foi um trabalho de lapidação e organização dos talentos impressos por Jeová.
Em 2014, o Whiskey sem Gelo ganha formação nova com o Azzi na bateria e participam do primeiro SBO Rock Fest, sendo uma apresentação de destaque no festival. Começam a compor músicas autorais, e tocam ao vivo com ótima receptividade.
Em 2015, inicia o primeiro volume de dois já produzidos do projeto “Compositores do Futuro”, que promove o protagonismo de crianças no universo da composição e da produção musical.
Em 2016, juntamente com Paulo Pagni (ex-baterista da banda RPM), integrou o projeto RPA Metal, que fazia releituras das músicas da banda RPM, com versões bem mais pesadas, juntamente com Guilherme Azzi e Val Avansini (ex-guitarrista da dupla Edson e Hudson).
De 2016 a 2018, é convidado por Rodrigo José (Rodrigo Emke) a integrar a banda Chic 10, que acompanhava os shows do cantor. Nesta fase tocou nos programas de televisão Altas Horas (gravado) duas vezes, e no Encontro (ao vivo) com Fátima Bernardes uma vez, ambos da Rede Globo de Televisão.
Em setembro de 2017, participa de um concerto muito especial que uniu a banda Relíquia e a Banda Municipal de Americana, para um dia em tributo ao rock, porém com requintes de sinfonia. Na mesma semana a banda Relíquia tinha feito a abertura do show da banda holandesa FOCUS, no Bar da Montanha em Limeira, e Rodrigo ainda fez um show com Rodrigo José, no Teatro Bradesco, em São Paulo, lançando o DVD oficial do cantor.
Em 2018 passou por cirurgia na coluna devido a uma hérnia de disco cervical, e precisou de 6 meses para se recuperar. Quase teve que interromper a carreira pela dificuldade de mexer os braços e dedos.
Em, 2018 integrou, a banda barbarense Hellskitchen, tocando baixo elétrico e como produtor da gravação do álbum “We are the hells Crew”.
Em 2019, compos em parceria com Leandro Nascimento, todas as músicas da banda Hard Coffee, sendo o produtor de 2 EPS tocando todos os instrumentos.
Em 2020, em parceria com Paulo Alves, fundou a banda de Power Metal, All4One de Santa Bárbara D’oeste, e foi o produtor do primeiro álbum da banda tocando bateria, baixo elétrico e cantando também.
Ainda em 2020, teve rápida passagem pela banda de Jaeder Menossi, tocando baixo, e teclados, e foi o produtor do álbum “Interestellar Experience” lançado pelo selo americanense Heavy Metal Rock.
Em 2021, lança o DVD Pepperazzi, Duo instrumental “virtuozzy” tocando baixo e guitarra, em parceria com o baterista Guilherme Azzi. Este projeto teve incentivo público pela Lei Aldir Blanc, lei esta que teve caráter emergencial em virtude dos músicos e artistas da cultura em geral, pudessem trabalhar durante a pandemia.
Em 2022, durante a pandemia, dedicou tempo a estudar soluções para produção musical, e inaugurou o primeiro Workshop de produção musical do PEPPER STUDIO, que depois teve sua versão 2023, 2024 e 2025.
Em 2023, o show mais importante da sua carreira aconteceu no Teatro Municipal Lulu Benencasse lotado, e uniu a banda Relíquia com a Orquestra Sinfônica de Americana, regida pelo Maestro Álvaro Peterlevitz, fizeram um concerto temático “A HISTÓRIA DO ROCK SINFÔNICO A PARTIR DE 1966” trazendo a nata do que foi considerado a consolidação da fusão do erudito com o popular na indústria fonográfica dos anos 60.
Em 2024, investiu novamente na parceria com a Orquestra de Americana, e junto com a banda Relíquia, apresentaram o concerto "RELÍQUIAS DO BRASIL", no qual apresentaram um repertório de obras não táo veiculadas pela mídia, porém desta vez com conteúdo 100% brasileiro.
No mesmo ano fez um show (que virou DVD), no Rock Fest com a banda ALL4ONE, apresentando repertório de 2 horas, com 18 músicas, sendo repertório composto por 50% de músicas autorais e 50% de covers que acreditam que foram as escolas do heavy metal de cada músico da banda. Show memorável, e registrado pelo cinegrafista Ricardo Suzigan.
Em 2025, foi convidado pela Orquestra de Americana mais uma vez, agora como artista solo, para apresentar o concerto "BACK TO THE BLUES", com a participação de Fábio Covolan, Renne Fronner, e Mateus Pavan, e regência/arranjos do genial maestro Álvaro Peterlevitz. O Concerto acontece na semana da conciência negra, e faz campanha solidária de troca de ingressos por caixas de bombom. O Concerto também virou DVD, disponível no canal do youtube rodrigobarros80.
Como artista solo, e compositor, possui 6 albuns, e 3 singles lançados:
Até aqui / Till now (2020), Back to the Blues (2020), Quarentine Collabs (2021), Me and my friends (2022), Back to the Gospel (2023-2024-2025), Back the the Blues Live in Americana-SP (2025).
SINGLES: Together Forever – feat. Edu Ardanuy (2018), Chincuentena - feat. Eloy Casagrande (2021), e Amor Amigo (2025).
É Possível conhecer todos estes álbuns no seu Palco Mp3 ou no perfil do Band Camp:
https://www.palcomp3.com.br/rodrigobarros/discografia.htm
https://bandcamp.com/rodrigobarros80
O destaque fica para o álbum de 2020 ATÉ AQUI/TILL NOW, álbum que também deu origem ao web site, a um livro físico com a autobiografia e história das músicas intitulado de “DO SONHO A REALIDADE”, e ao vídeo documentário intitulado de “DA REALIDADE AO SONHO”, vídeo este que mostra imagens de toda a trajetória do nascimento até os 40 anos.
Rodrigo defende o uso de sua própria plataforma, não registrando nada com ISRC, ECAD, e não inserindo suas músicas em plataformas, que em sua opinião, não são transparentes na fiscalização, e distribuição dos direitos inerentes às obras e fonogramas. Ele alega que as plataformas contribuiem para a manutenção do monopólio da indústria, e defende que todos se tornem seus próprios produtores independentes, e a partir disso, desmobilize a idéia de ter no “main stream” apenas o que é possível vender e ganhar dinheiro. A arte na opinião do músico está acima disso, e não pode ser contaminada pela ganância de querer vender mais. Ter um milhão de seguidores “idiotas” ou “manipulados” pela grande mídia na visão do músico, não se sobrepõe à possibilidade de tocar profundamente a mente e a alma das pessoas por meio da música que faz, e, mesmo que isso aconteça em menor quantidade, a qualidade estará sempre acima de qualquer outro interesse. Isso não significa que buscar a sustentabilidade não seja importante, mas, significa não contribuir com um sistema que massacra qualquer possibilidade do artista “de alma” chegar no “main stream”.
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