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BIOGRAFIA

Rodrigo Barros é em ser musical, sendo o Baixo Elétrico sua principal fonte, mas também canta, toca teclado, bateria, percussão, guitarra, violão, viola caipira, bandolim, e piano. Atualmente (2026), atua tocando guitarra e cantando na banda RELÍQUIA POWER TRIO (versões Lado B do rock entre 1966 e 1979) e UNRULE (autoral rock), e tocando baixo e cantando na banda BACK TO THE BLUES (Tributo ao Blues), e WHITE ROOM EXPERIENCE (Cream e Eric Clapton Tribute).

​​É Professor, Licenciado em Música, e atua como funcionário público efetivo nas prefeituras de Americana desde 2012 e Hortolândia desde 2014, como Professor de Teoria e Percepção Musical, Baixo Elétrico, Guitarra e Harmonia e Improvisação, na Escola de Música Municipal Heitor Villa – Lobos em Americana – SP, e de Musicalização Infantil na rede municipal de Educação Básica da cidade de Hortolândia.

Histórico cronológico: ​

Nasceu em 1980, e até os 8 anos, foi um amante da música tocada na rádio, TV, s principalmente nos discos de vinil da Família.

De 1988 até 1991, se aventurava no piano da avó, e no órgão elétrico da mãe, tentando tirar músicas de ouvido.

​De 1991 e 1992 estudou teclado.​

De 1993 a 1994, com 13 anos, ganha o primeiro baixo, e tocando o baixo, monta a primeira banda de rock, chamada TRIANOX, com os 2 irmãos mais velhos, Marcos e Rogério, e decidem tocar covers de Metallica, Iron maiden, Titãs, e começam a compor.​  

Em 1995, influenciados pelas bandas locais e casas de shows como Vienna, Winchester, Hitchcock, Pubb, Rio Branco, União Barbarense, My Way, foram se apaixonando pela idéia de ter uma banda mais “profissional” para chegar a tocar nos palcos. ​Um detalhe foi que o dono do Vienna (Edson Barros), era primo do pai de Rodrigo, e ele tinha entrada livre em qualquer evento ali, e por isso, pôde ver muitas bandas tocando sem precisar pagar nada. ​Com as escassez de baixistas, e a ausência dos irmãos em intercâmbio no exterior, Rodrigo integra mais 3 bandas no bairro, que não tinham baixista. As bandas “Maidens” (Iron Maiden Cover), “Power Trio” e “Rush Cover”. 

Em 1996, tocou baixo também com Ian Ossada Band, baterista prodígio que chamava atenção por tocar heavy metal com 6 anos de idade com perfeição.

Em 1997, junto com o Danado (Rodrigo dos Santos), iniciou e integrou como vocalista e tecladista a banda Abnegate - Mercyful Fate tribute 1997, sendo sua primeira experiência profissional remunerada num show que aconteceu no Pubb Rock Bar, do lendário Rubinho em Santa Bárbara D'oeste.​

Em 1998, foi morar em Bragança Paulista e lá teve contato com a cena local do rock, tocando em diversos projetos de rock em festas da faculdade.

De 1998 a 2001 trocou a guitarra pelo baixo com o irmão Rogério, e fundou a banda de Heavy Metal Marimbondo de Itatiba-SP e compôs mais de 17 músicas, gravando o seu primeiro álbum autoral e mais um álbum ao vivo. Passou também pelas bandas: Entorserpentes (com o baterista Serginho, hoje no Leptospirose), e teve também rápida passagem pelas bandas Alfa Zero (covers populares), e Omega Red de Itatiba-SP (covers de Iron Maiden, Metallica e Helloween), sempre tocando guitarra e cantando também.​​

De 2001 até 2004 esteve focado na carreira Hoteleira, afastado da profissão de músico, mrou no Rio de Janeiro, em Indaiatuba, em Campinas, e em Paraty, cidades onde pôde conhecer as "cenas rocks" locais de maneira intensa.​

​Em 2004, desacreditado da Hotelaria, fundou com Kiko Shred a banda Whiskey sem Gelo Power Trio de Americana - SP​​, tocando baixo e cantando, e aqui surge o “cantor” verdadeiramente, uma vez que o repertório exigia uma técnica mais apurada.

Em 2005, integrou também as banda Os Beatos, como baixista, e Iris Rock Brasil como produtor, baixista e baterista, ambas de Santa Bárbara D'oeste.

​No mesmo ano lança seu primeiro trabalho como produtor, que foi o álbum "Locomotiva" da banda Iris Rock Brasil.​​

Em 2006, muda-se para Paraty-RJ e tem várias experiências marcantes com as bandas e músicos de lá, assim como também foi na casa de Marcelo Yuka no Rio de Janeiro, e fez um teste para entrar no projeto pós Rappa, chamado F.UR.T.O. No mesmo ano buscou ajuda contra a dependência de álcool, maconha e cocaína, e já recuperado, ingressa em uma igreja protestante, e participa ativamente da atividade musical daquela igreja. 

De 2007 a 2010, ingressou no universo cristão (gospel) e, neste período participou de todos os ambientes musicais que a igreja se propunha a fazer. Cultos, acampamentos, reuniões de oração, gravações, ministérios de jovens, aulas de música, etc. Na maioria das situações musicais tocou guitarra na igreja.

De 2010 a 2013, retorna com a banda Whiskey sem Gelo com novo baterista, o Bolacha e ficam de 2010 a 2013, fazendo muitos shows por toda região metropolitana de Campinas.

​Em 2011, tocando guitarra e cantando, fundou com Maurício Scaramal (bateria), e Giovani Reis (baixo), a banda Relíquia que faz releituras de músicas consideradas relíquias (lado B). O projeto ainda ganha a versão acústica em Duo quando Rodrigo insere a viola caipira , o violão de 12 cordas e o bandolim no contexto dos arranjos de rock acústico.

​No mesmo ano entra como baterista e vocalista da tradicional banda Verde Vale, da lenda americanense José Jeová Pereira e com o Glauco Campestre no baixo. Com o Verde Vale, Rodrigo atuou como baterista, vocalista, produtor musical, arranjador, e guitarrista. Foi um trabalho de lapidação e organização dos talentos impressos por Jeová.​

Em 2014, o Whiskey sem Gelo ganha formação nova com o Azzi na bateria e participam do primeiro SBO Rock Fest, sendo uma apresentação de destaque no festival. Começam a compor músicas autorais, e tocam ao vivo com ótima receptividade.​

Em 2015, inicia o primeiro volume de dois já produzidos do projeto “Compositores do Futuro”, que promove o protagonismo de crianças no universo da composição e da produção musical.​

Em 2016, juntamente com Paulo Pagni (ex-baterista da banda RPM), integrou o projeto RPA Metal, como baixista, que fazia releituras das músicas da banda RPM, com versões bem mais pesadas, juntamente com Guilherme Azzi e Val Avansini (ex-guitarrista da dupla Edson e Hudson).​

De 2016 a 2018, tocando guitarra, é convidado por Rodrigo José (Rodrigo Emke) a integrar a banda Chic 10, que acompanhava os shows do cantor. Nesta fase tocou nos programas de televisão Altas Horas (gravado) duas vezes, e no Encontro (ao vivo) com Fátima Bernardes uma vez, ambos da Rede Globo de Televisão.​

Em setembro de 2017, participa de um concerto muito especial que uniu a banda Relíquia e a Banda Municipal de Americana, para um dia em tributo ao rock, porém com requintes de sinfonia. Na mesma semana a banda Relíquia tinha feito a abertura do show da banda holandesa FOCUS, no Bar da Montanha em Limeira, e Rodrigo ainda fez um show com Rodrigo José, no Teatro Bradesco, em São Paulo, lançando o DVD oficial do cantor.​

Em 2018 passou por cirurgia na coluna devido a uma hérnia de disco cervical, e precisou de 6 meses para se recuperar. Quase teve que interromper a carreira pela dificuldade de mexer os braços e dedos.​

Em, 2018 integrou, a banda barbarense Hellskitchen, tocando baixo elétrico e como produtor da gravação do álbum “We are the hells Crew”.​

Em 2019, compos em parceria com Leandro Nascimento, todas as músicas da banda Hard Coffee, sendo o produtor de 2 EPS tocando todos os instrumentos.​

Em 2020, em parceria com Paulo Alves, fundou a banda de Power Metal, All4One de Santa Bárbara D’oeste, e foi o produtor do primeiro álbum da banda tocando bateria, baixo elétrico e cantando também.​

Ainda em 2020, teve rápida passagem pela banda de Jaeder Menossi, tocando baixo, e teclados, e foi o produtor do álbum “Interestellar Experience” lançado pelo selo americanense Heavy Metal Rock.​

 

Em 2021, lança o DVD Pepperazzi, Duo instrumental “virtuozzy” tocando baixo e guitarra, em parceria com o baterista Guilherme Azzi. Este projeto teve incentivo público pela Lei Aldir Blanc, lei esta que teve caráter emergencial em virtude dos músicos e artistas da cultura em geral, pudessem trabalhar durante a pandemia.​

Em 2022, durante a pandemia, dedicou tempo a estudar soluções para produção musical, e inaugurou o primeiro Workshop de produção musical do PEPPER STUDIO, que depois teve sua versão 2023, 2024 e 2025.​

Em 2023, o show mais importante da sua carreira aconteceu no Teatro Municipal Lulu Benencasse lotado, e uniu a banda Relíquia com a Orquestra Sinfônica de Americana, regida pelo Maestro Álvaro Peterlevitz, fizeram um concerto temático “A HISTÓRIA DO ROCK SINFÔNICO A PARTIR DE 1966” trazendo a nata do que foi considerado a consolidação da fusão do erudito com o popular na indústria fonográfica dos anos 60.​

Em 2024, investiu novamente na parceria com a Orquestra de Americana, e junto com a banda Relíquia, apresentaram o concerto "RELÍQUIAS DO BRASIL", no qual apresentaram um repertório de obras não tão veiculadas pela mídia, porém desta vez com conteúdo 100% brasileiro. ​

No mesmo ano fez um show (que virou DVD), no Rock Fest SOB, com a banda ALL4ONE, apresentando repertório de 2 horas, com 18 músicas, sendo repertório composto por 50% de músicas autorais e 50% de covers que acreditam que foram as escolas do heavy metal de cada músico da banda. Show memorável, e registrado pelo cinegrafista Ricardo Suzigan.​

Em 2025, foi convidado pela Orquestra de Americana mais uma vez, agora como artista solo, para apresentar o concerto "BACK TO THE BLUES", com a participação de Fábio Covolan, Renne Fronner, e Mateus Pavan, e regência/arranjos do genial maestro Álvaro Peterlevitz. O Concerto acontece na semana da conciência negra, e faz campanha solidária de troca de ingressos por caixas de bombom. O Concerto também virou DVD, disponível no canal do youtube rodrigobarros80.​​

Como artista solo, e compositor, possui 6 albuns, e 3 singles lançados: 

​Até aqui / Till now (2020), Back to the Blues (2020), Quarentine Collabs (2021), Me and my friends (2022), Back to the Gospel (2023-2024-2025), Back the the Blues Live in Americana-SP (2025).​

SINGLES: Together Forever – feat. Edu Ardanuy (2018), Chincuentena - feat. Eloy Casagrande (2021), e Amor Amigo (2025).​

​É Possível conhecer todos estes álbuns no seu Palco Mp3 ou no perfil do Band Camp:

https://www.palcomp3.com.br/rodrigobarros/discografia.htm

https://bandcamp.com/rodrigobarros80 

O destaque fica para o álbum de 2020 ATÉ AQUI/TILL NOW, álbum que também deu origem ao web site, a um livro físico com a autobiografia e história das músicas intitulado de “DO SONHO A REALIDADE”, e ao vídeo documentário intitulado de “DA REALIDADE AO SONHO”, vídeo este que mostra imagens de toda a trajetória do nascimento até os 40 anos.​

Em 2026, mantém os projetos Relíquia Power Trio, Back to the Blues e White Room Experience na geladeira, focando 100% das energias em uma nova abordagem autoral, a nova banda UNRULE, que meio que continua o que a banda MARIMBONDO iniciou em 1998.

Toda banda nasce de uma ideia. A UNRULE nasceu de uma inquietação. Da vontade de explorar sem fronteiras, de permitir que cada influência encontre seu espaço e de transformar diferentes linguagens, sonoridades e experiências em algo vivo, autêntico e em constante movimento. Já nos primeiros ensaios e composições, percebemos que estamos construindo algo maior do que um gênero musical. A essência da UNRULE está na liberdade criativa, na busca por novas possibilidades e na coragem de seguir a própria identidade. Tudo isso sem perder a essência. Nosso nome traduz exatamente essa filosofia.

UNRULE é movimento. É evolução. É descoberta. E existe algo que aprendemos nesse caminho: Viver sem regras não significa viver sem propósito. Pelo contrário. Significa conhecer tão profundamente o seu propósito que você não precisa de limites impostos para segui-lo.

A verdadeira liberdade nasce da convicção. Da certeza de quem você é. Da clareza sobre onde quer chegar. É por isso que a UNRULE existe. Para transformar inquietação em arte. Experiência em música. E liberdade em identidade. UNRULE não é um lugar para permanecer. É um lugar para evoluir. Estamos apenas começando.

NOTA DE POSICIONAMENTO:

Rodrigo defende o uso de sua própria plataforma, não registrando nada com ISRC, ECAD, e não inserindo suas músicas em plataformas, que em sua opinião, não são transparentes na fiscalização, e distribuição dos direitos inerentes às obras e fonogramas. Ele alega que as plataformas contribuem para a manutenção do monopólio da indústria, e defende que todos se tornem seus próprios produtores independentes, e a partir disso, desmobilize a ideia de ter no “main stream” apenas o que é possível vender e ganhar dinheiro. A arte na opinião do músico está acima disso, e não pode ser contaminada pela ganância de querer vender mais. Ter um milhão de seguidores “idiotas” ou “manipulados” pela grande mídia na visão do músico, não se sobrepõe à possibilidade de tocar profundamente a mente e a alma das pessoas por meio da música que faz, e, mesmo que isso aconteça em menor quantidade, a qualidade estará sempre acima de qualquer outro interesse. Isso não significa que buscar a sustentabilidade não seja importante, mas, significa não contribuir com um sistema que massacra qualquer possibilidade do artista “de alma” chegar no “main stream”.

Whiskey sem Gelo - 2014
Relíquia - 2012
Rodrigo José - 2016
Rodrigo José - 2018
Rodrigo José - 2016
Rodrigo José - 2016
Rodrigo José - 2016
Rodrigo José - 2017
Relíquia - 2016
Pepper Studio - 2019
Hellskitchen - 2022
Jaeder Menossi - 2020
Relíquia - 2022

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